A paz que eu quero pra ti é aquela com a qual tu sonhas: um mundo perfeito, em que todas as pessoas são honestas e sinceras... onde as coisas sempre dão certo.
O mundo perfeito eu posso sentir ao fechar os olhos. Imagino um clima agradável, onde é quente para quem gosta de calor, e é frio para quem gosta de ter alguém pertinho para esquentar. Imagino um chão macio, que toma a textura que quisermos, desde que tenhamos a capacidade de nos mantermos de pé. Imagino pessoas que se amam, que se prezam e cuidam umas das outras, sem diferenças, sem necessidade de sentirem melhores que qualquer outro. Imagino um ambiente perfeito!
Depois disso tudo, minha mente voa para buscar estratégias de te deixar viver um mundo assim. Num segundo plano, busco meios de estar junto de ti para viver cada segundo do mundo perfeito que tu me fizeste acreditar que existe.
Esse mundo eu descobri em mim, ao buscá-lo no infinito. De repente, achei na minha mente e no meu coração desejos e sentimentos que podem ser o grão de areia para o mundo de paz que eu quero pra ti
BOA SEMANA
Beijinhos
Lina
e viu três idosos com os seus anos de experiência em frente ao teu jardim.
Ela não os conhecia e disse-lhes: Penso que não vos conheço, mas devem ter fome. Por favor entrem na minha casa para que comam algo.
Eles perguntaram: O homem da casa está ? -Não, respondeu ela, não está.
-Então não podemos entrar, disseram eles. Ao entardecer, quando o marido chegou, ela contou-lhe o sucedido.
-Então diz-lhes que já cheguei e convida-os a entrar. A mulher saíu e convidou os homens a entrar na sua casa.
-Não podemos entrar numa casa os três juntos, explicaram os velhos. -Porquê?, quis saber ela. Um dos homens apontou para outro dos seus amigos e explicou: O nome dele é Riqueza. Depois apontou para o outro. O nome dele é Êxito e eu chamo-me Amor. Agora vai para dentro e decide com o teu marido qual de nós três desejam convidar para a vossa casa. A mulher entrou em casa e contou ao seu marido o que eles lhe disseram. O homem ficou muito feliz: Que bom ! Já que é assim então convidemos a Riqueza, que entre e encha a nossa casa. A sua esposa não estava de acordo: Querido, porque não convidamos o Êxito ? A filha do casal estava a escutar da outra esquina da casa e veio a correr. Não seria melhor convidar o Amor ? O nosso lar ficaria então cheio de amor. Escutemos o conselho da nossa filha, disse o esposo à sua mulher. Vai lá fora e convida o Amor para que seja nosso hóspede.
A esposa saiu e perguntou-lhes: Qual de vocês é o Amor ? Por favor entre e seja o nosso convidado. O Amor levantou-se na sua cadeira e começou a avançar para a casa. Os outros 2 também se levantaram e seguiram-no. Surpreendida, a mulher perguntou à Riqueza e ao Êxito: Eu só convidei o Amor, porque vêm vocês também ? Os homens responderam juntos: -Se tivesses convidado a Riqueza ou o Êxito os outros 2 permaneceriam cá fora, mas já que convidaste o Amor, aonde ele vá, nós vamos com ele. Onde houver amor, há também riqueza e êxito. O MEU DESEJO PARA TI É... Onde haja dor, desejo-te Paz e Felicidade. Onde haja falta de fé em ti mesmo, desejo-te uma confiança renovada na tua capacidade para superá-la.
LUA POR VEZES TENHO AQUELA SENSACÃO QUE EM MIM SO HA ESCURIDÃO MAS DE UM MOMENTO PARA O OUTRO OLHO PARA O LUAR E ADMIRO AQUELA BELEZA FASCINA-ME O SEU OLHAR NUM SONHO BEM DISTANTE ESTOU BALOICANDO NESSA LUA LUZ DA NOITE SORRINDO SOBRE MIM ABRO OS OLHOS E SURGE AQUELA DOR MAS PENSO NA LUA E AS ESTRELAS BRILHAM SOBRE MIM E APENAS UM SONHO ACORDADO MAS EXISTE OS PESADELOS QUE SURGEM AO PISCAR DE OLHAR MAS COMO OS MAUS MOMENTOS NAO DURAM PARA SEMPRE TEREMOS SEMPRE O LUAR PARA NOS SALVAR. BEIJINHOS LINA
Quem de nós não teve um momento de extrema dor? Quem nunca sentiu, em algum momento da vida vontade de desistir?
Quem ainda não se sentiu só, extremamente só, e teve a sensação de ter perdido a morada da esperança? Nem mesmo as pessoas famosas, ricas, importantes, estão isentas de terem os seus momentos de solidão e de profunda amargura…
Aconteceu a um dos mais reconhecidos compositores de todos os tempos, chamado Ludwig Van Beethoven, que nasceu no ano de 1770, em Bonn, na Alemanha, e faleceu em 1827, em Viena, na Áustria…
Beethoven vivia um desses dias tristes, sem brilho e sem luz. Estava muito abatido pelo falecimento de um príncipe da Alemanha, que era como um pai para ele…
O compositor sofria de uma grande carência afectiva. O pai era um alcoólatra contumaz e o agredia fisicamente. Faleceu na rua, por causa do alcoolismo…
A mãe morreu muito jovem. Seu irmão biológico nunca o ajudou em nada, e, some-se a tudo isto, o facto da sua doença agravar-se. Sintomas de surdez, começavam a perturba-lo, ao ponto de o deixar nervoso e irritado…
Beethoven somente podia ouvir usando uma espécie de trombone acústico no ouvido. Ele carregava sempre consigo uma tábua ou um caderno, para que as pessoas escrevessem as suas ideias e pudessem se comunicar, mas as pessoas não tinham paciência para isso, nem para ler aos seus lábios…
Notando que ninguém o entendia, nem o queriam ajudar, Beethoven retraiu-se e isolou-se. Foi por isso que conquistou a fama de misantropo. Foi por todas essas razões, que o compositor caiu em profunda depressão. Chegou a redigir um testamento, dizendo que se iria suicidar…
Mas como nenhum filho de Deus está esquecido, vem a ajuda espiritual, através de uma moça cega, que morava na mesma pensão pobre, para onde Beethoven se tinha mudado e lhe falava quase gritando. “ Eu daria tudo para enxergar uma noite de Luar”.
Ao ouvi-la, Beethoven emociona-se até as lágrimas. Afinal, ele podia ver! Ele podia escrever a sua arte nas pautas…
A vontade de viver voltou renovada e ele compõe uma das músicas mais belas da humanidade. “Sonata ao Luar”
No seu tema, a melodia imita os passos vagarosos de algumas pessoas, possivelmente, os dele e os dos outros, que levavam o caixão mortuário do príncipe, seu protector…
Olhando para o céu prateado de luar, e lembrando-se da moça cega, como a perguntar o porquê da morte daquele mecenas tão querido, ele deixa-se mergulhar num momento de profunda meditação transcendental…
Dizem alguns estudiosos de música que as três notas que se repetem, insistentemente, no tema principal do 1º movimento da Sonata, são as três sílabas da palavra “why”, ou outra palavra sinónima, em alemão…
Anos depois de ter superado todo o sofrimento, viria o incomparável Hino á Alegria, da 9ª sinfonia, que coroa a missão desse notável compositor, já totalmente surdo. Hino á Alegria expressa a sua gratidão à vida e a Deus, por não se ter suicidado…
Tudo graças àquela moça cega, que lhe inspirou o desejo de traduzir em notas musicais, uma noite de Luar…
Usando a sua sensibilidade, Beethoven retratou, através da melodia, a beleza de uma noite banhada pela claridade da lua, para alguém que não podia ver com os seus próprios olhos…
Um dos compositores de que mais gosto, desejo uma boa semana. Beijinhos. Lina
Quem de nós não teve um momento de extrema dor? Quem nunca sentiu, em algum momento da vida vontade de desistir?
Quem ainda não se sentiu só, extremamente só, e teve a sensação de ter perdido a morada da esperança? Nem mesmo as pessoas famosas, ricas, importantes, estão isentas de terem os seus momentos de solidão e de profunda amargura…
Aconteceu a um dos mais reconhecidos compositores de todos os tempos, chamado Ludwig Van Beethoven, que nasceu no ano de 1770, em Bonn, na Alemanha, e faleceu em 1827, em Viena, na Áustria…
Beethoven vivia um desses dias tristes, sem brilho e sem luz. Estava muito abatido pelo falecimento de um príncipe da Alemanha, que era como um pai para ele…
O compositor sofria de uma grande carência afectiva. O pai era um alcoólatra contumaz e o agredia fisicamente. Faleceu na rua, por causa do alcoolismo…
A mãe morreu muito jovem. Seu irmão biológico nunca o ajudou em nada, e, some-se a tudo isto, o facto da sua doença agravar-se. Sintomas de surdez, começavam a perturba-lo, ao ponto de o deixar nervoso e irritado…
Beethoven somente podia ouvir usando uma espécie de trombone acústico no ouvido. Ele carregava sempre consigo uma tábua ou um caderno, para que as pessoas escrevessem as suas ideias e pudessem se comunicar, mas as pessoas não tinham paciência para isso, nem para ler aos seus lábios…
Notando que ninguém o entendia, nem o queriam ajudar, Beethoven retraiu-se e isolou-se. Foi por isso que conquistou a fama de misantropo. Foi por todas essas razões, que o compositor caiu em profunda depressão. Chegou a redigir um testamento, dizendo que se iria suicidar…
Mas como nenhum filho de Deus está esquecido, vem a ajuda espiritual, através de uma moça cega, que morava na mesma pensão pobre, para onde Beethoven se tinha mudado e lhe falava quase gritando. “ Eu daria tudo para enxergar uma noite de Luar”.
Ao ouvi-la, Beethoven emociona-se até as lágrimas. Afinal, ele podia ver! Ele podia escrever a sua arte nas pautas…
A vontade de viver voltou renovada e ele compõe uma das músicas mais belas da humanidade. “Sonata ao Luar”
No seu tema, a melodia imita os passos vagarosos de algumas pessoas, possivelmente, os dele e os dos outros, que levavam o caixão mortuário do príncipe, seu protector…
Olhando para o céu prateado de luar, e lembrando-se da moça cega, como a perguntar o porquê da morte daquele mecenas tão querido, ele deixa-se mergulhar num momento de profunda meditação transcendental…
Dizem alguns estudiosos de música que as três notas que se repetem, insistentemente, no tema principal do 1º movimento da Sonata, são as três sílabas da palavra “why”, ou outra palavra sinónima, em alemão…
Anos depois de ter superado todo o sofrimento, viria o incomparável Hino á Alegria, da 9ª sinfonia, que coroa a missão desse notável compositor, já totalmente surdo. Hino á Alegria expressa a sua gratidão à vida e a Deus, por não se ter suicidado…
Tudo graças àquela moça cega, que lhe inspirou o desejo de traduzir em notas musicais, uma noite de Luar…
Usando a sua sensibilidade, Beethoven retratou, através da melodia, a beleza de uma noite banhada pela claridade da lua, para alguém que não podia ver com os seus próprios olhos…
Um dos compositores de que mais gosto, desejo uma boa semana. Beijinhos. Lina
A nossa história inicia.se no ano de 1939, pouco antes do começo da segunda Guerra Mundial... Vivíamos na Áustria, um país coberto por flores, meus pais, e meu irmão. Éramos a imagem família feliz e unida e entre nós reinava a certeza que nada na vida conseguia separar-nos. Mas não foi bem assim... Meu pai era um cirurgião de renome, minha mãe professora, daquelas dedicadas, que leccionava por puro amor aos seus alunos... Eu tinha, então, dez anos e meu irmão quinze. Nossos dias e nossas noites eram muito alegres. Meus pais tinham o hábito de nos levarem até a varanda de nossa casa após o jantar para vermos as estrelas e enquanto fazíamos isso, cada um ia contando as coisas boas que haviam acontecido no seu dia. Não que não pudéssemos contar as ruins, mas è que naquela época das nossas vidas só aconteciam coisas boas. Não me recordo de, algum dia, ter visto um deles triste... Depois que contávamos tudo e que admirávamos bastante as estrelas, cantávamos ao som do violão do meu irmão. A primeira música sempre era Edelweiss, linda, sonora, trazia paz aos nossos corações... Ah! Como era bom cantar Edelweiss junto da minha família e debaixo das estrelas, eu tinha a sensação que poderia fazer aquilo a vida toda, sem jamais enjoar... Mas, enfim, o tempo foi passando e veio a guerra e só se ouvia falar em Hitler e eu não entendia bem que homem era aquele, nem o que ele representava e, então, eu continuava todas as noites olhando para as estrelas junto das pessoas que eu amava... Um dia, um terrível dia de Dezembro, que jamais esquecerei, tivemos que partir. Lembro-me que meu pai veio até nós e nos disse, delicadamente; "Vamos ter que passar algum tempo sem ver as estrelas no céu"... Fomos covardemente arrancados da nossa casa por soldados, fomos levados para um local que viria a ser a nossa nova casa, chamava-se Campo de Concentração... Lá, não fomos felizes e lá eu pude ver pela primeira vez o semblante da minha família triste, nem pareciam aquelas pessoas adoráveis que conviviam comigo naquela varanda... Todas as noites eu dizia à minha mãe que queria ver as estrelas, cantar sob elas, e ela me respondia com lágrimas nos olhos que durante um pequeno período a única estrela que eu poderia ver era a que eu trazia pendurada no pescoço, de seis pontas, tão linda quanto as que brilhavam no céu... Acontece que minha mãe se enganou, não foi um período tão curto assim que ficamos por lá e, com o tempo, foram-me levando muito mais coisa, além das estrelas do céu; foram-me levando tudo... Levaram-me a estrela do pescoço, também, levaram meus pais para um banho do qual eles nunca mais voltaram... Levaram meu irmão dentro de um trem que eu nunca soube para onde foi, levaram o meu sorriso, a minha alegria de viver, levaram a minha infância... Só não levaram a minha voz e, por isso, todas as noites ao deitar, eu fechava os olhos e cantava baixinho Edelweiss e aí eu podia ver as estrelas, o meu pai, a minha mãe, o meu irmão, a varanda da nossa casa. A minha imaginação eles também não conseguiram levar... Hoje, eu tenho a absoluta certeza que, realmente, eu nunca teria me cansado de cantar na varanda com a minha família, que eu, de forma alguma, abandonaria o meu país, que minha mãe foi a pessoa mais doce que eu conhecia, que meu pai foi a imagem da dignidade, que meu irmão foi o meu grande companheiro e tocava violão como ninguém... Hoje, eu sei a verdadeira razão das lágrimas de meus pais ao se despedirem de mim, apenas porque iriam tomar um banho e o motivo do abraço tão apertado que meu irmão me deu, naquela tarde em que foi colocado dentro daquele Trem... Hoje, eu sei de tantas coisas que eu não queria saber, sei que os homens podem agir como animais ferozes. Sei que raças, credos, religiões, são apenas subterfúgios que os homens usam para deixar o leão que existe dentro deles despertar... Hoje, eu sei que o tempo è poderoso, mas não tão poderoso a ponto de apagar qualquer coisa que tenha sido muito boa ou muito ruim... Hoje, eu sei, finalmente, que a "saudade" è o Campo de Concentração do coração... Hoje, eu sei que o maior tesouro que existe na vida à a
"Anda tudo do avesso Nesta rua que atravesso Dão milhões a quem os tem Aos outros um passou - bem Não consigo perceber Quem é que nos quer tramar Enganar Despedir E ainda se ficam a rir Eu quero acreditar Que esta merda vai mudar E espero vir a ter Uma vida bem melhor Mas se eu nada fizer Isto nunca vai mudar Conseguir Encontrar Mais força para lutar... (Refrão) Senhor engenheiro Dê-me um pouco de atenção Há dez anos que estou preso Há trinta que sou ladrão Não tenho eira nem beira Mas ainda consigo ver Quem anda na roubalheira E quem me anda a comer É difícil ser honesto É difícil de engolir Quem não tem nada vai preso Quem tem muito fica a rir Ainda espero ver alguém Assumir que já andou A roubar A enganar o povo que acreditou Conseguir encontrar mais força para lutar Mais força para lutar Conseguir encontrar mais força para lutar Mais força para lutar... (Refrão) Senhor engenheiro Dê-me um pouco de atenção Há dez anos que estou preso Há trinta que sou ladrão Não tenho eira nem beira Mas ainda consigo ver Quem anda na roubalheira E quem me anda a foder Há dez anos que estou preso Há trinta que sou ladrão Mas eu sou um homem honesto Só errei na profissão"
O voar de um pensamento. Hoje embrulhei o sol numa folha com malmequeres brancos, estes, alegres, sorriram e tornaram-se apetecíveis às abelhas que transportam as ideias de cada flor. Levaram as palavras douradas e quentes para a colmeia em forma de poema. Inchadas, mostram os seus dotes de escrever em versos misturando mel e silêncio em mais uma viagem, em mais um voo de regresso. Talvez seja este o tempo do pensamento, o voar das palavras do peito ao papel, ou o cozinhar de ideias em colmeias feitas de imagens e sentimentos. O bolso está cheio de frases quentes e insanas, a mente, de imagens de ventos vermelhos de outras terras. Trago um poema no olhar, uma planície verdejante e um campo de girassóis. A música faz-se no sentido do voo, no bater das asas dos pensamentos ou do toque das mãos. Tudo encaixa no sabor de cada pétala, de cada lágrima de cada céu.